Este conceito foi desnvolvido por um filosofo Saint-Yves d’Alveydre e está contida em seus cinco livros, publicados entre 1882 e 1887 e baseia-se na única forma de governo permanente viável, a da Sinarquia, que havia sido instituída por Rama 7.400 anos antes de Cristo, quando fundou um império universal asiático-europeu que durou três mil e quinhentos anos.
Todos os livros são consagrados à pesquisa histórica dos princípios sobre os quais devem apoiar-se as instituições dos Estados para que eles possam subsistir, continuando a fazer progredir a civilização em uma atmosfera de paz e de justiça.
Saint-Yves considera, pois, os ensinamentos da História como resultados
sintéticos de experiências efetuadas no grande laboratório
humano constituído pelas nações do mundo inteiro.
Se um teórico – como Jean-Jacques Rousseau, por exemplo – formula ideias que
não são verificadas pelo laboratório, Saint-Yves as rejeita a priori.
Se elas são, ao contrário, verificadas, encontram-se necessariamente
incorporadas à História do mundo fazendo, a partir daquele momento, parte da
evolução da humanidade. Elas constituem, então, um fato social, que um historiador deve considerar em
suas exposições do passado e em suas previsões do futuro. O ensino oficial das Universidades modernas limita-se praticamente ao período
de mil e quinhentos anos, começando a partir da fundação de Roma e
estendendo-se aos nossos dias.
Esperando, evidentemente, que esse período de dois mil e quinhentos anos, seja absolutamente insuficiente para tirar do laboratório político mundial conclusões válidas para numerosos séculos. A ciência oficial admite, entretanto, que tenham existido continentes como a Atlântida, tragados por sismos cósmicos.
Sobre que princípios e por que homens foram fundadas as antiquissimas civilizações chinesas, egípcias e hindu, que desempenharam e ainda desempenham um grande papel na História? Quais foram as origens e a evolução da raça vermelha, hoje residual? Que se passa por detrás do véu dos templos da Ásia central?
Seria necessário possuir um mínimo de noções sumárias sobre todos estes
problemas para permitir-se falar do futuro. Para tanto, faz-se necessário remontar o curso da História durante numerosos
milênios. Foi o que fez Saint-Yves, e é a partir desta conclusão que todas as formas de
governo atualmente existentes na terra deixaram de ser viáveis.
A partir de Jesus Cristo, em particular, não pode mais haver repúblicas
estáveis, porque as repúblicas estão baseadas em formas variáveis de
escravidão, que a consciência pública não admite mais.
Da mesma forma, não pode haver monarquias e ditaduras estáveis, porque elas se
baseiam no direito de vida e de morte de que dispõe o soberano ou o ditador,
princípio que a humanidade não admite mais, pelo menos no mundo ocidental da
raça branca.
Uma única forma de governo permanente viável, a da Sinarquia, que havia sido
instituída por Rama 7.400 anos antes de Cristo, quando fundou um império
universal asiático-europeu que durou três mil e quinhentos anos.
Toda a obra de Saint-Yves gira em torno da Sinarquia. Definição em uma linha: Etimologicamente, Sinarquia significa governo
com princípios.
Comentário: Neste sentido, o termo se opõe a todos os governos
contemporâneos que funcionam em Anarquia, isto é, sem princípios. Os
ambiciosos mais astuciosos ou os mais fortes apoderam-se do poder, se necessário
servindo-se do sufrágio universal como anteparo, mas desprezando-o quase que
abertamente nas discussões secretas das quais dependerá a sorte da nação.
Definição em três linhas: A Sinarquia é uma forma de governo onde os
homens que dispõem do Poder estão subordinados àqueles que dispõem da
Autoridade.
Comentário: A Autoridade pertence, por natureza, ao Corpo Docente reunindo
todas as instituições do país que professam o ensino, desde as escolas de
ofícios até as ordens religiosas e ao exército, passando pelos colégios e pelas
universidades. O corpo docente é personificado por um Chefe, um Grande
Educador, que portava em outros tempos o título de Soberano Pontífice, mas que
poderia também ser laico, se esse laico fosse designado pelo Corpo Docente a partir
dos seus méritos. O chefe do governo executivo, assim como todos os
funcionários, é escolhido através de exames pelos júris ou corpos docentes
apropriados. Eles são inclusive destituíveis. Ninguém pode,
portanto, abusar do poder nem apoderar-se dele pela astúcia ou pela violência
sem destruir a Sinarquia. O Grande Educador baseia sua autoridade
exclusivamente na sua ciência e no respeito geral. O Chefe do Governo dispõe da
polícia e das forças armadas para executar sua missão de poder político,
permanecendo, no entanto, subordinado a uma autoridade.
Em Sinarquia a
Autoridade é correlata da Sabedoria, é tacitamente aceite pela
comunidade dos cidadãos e detida por aqueles que conseguiram vivenciar o Saber
transformando-o em Conhecimento, em Iluminação.
O Poder é exercido de acordo com as aptidões específicas de cada um, decorre da capacidade de levar a cabo determinada tarefa. à Autoridade competirá traçar princípios gerais, vectores de orientação que, à luz da Sabedoria Divina, conduzam às mais elevadas realizações.
Ao Poder caberá o papel sumamente importante de executar tudo isso, face às coordenadas objectivas do momento. Em Sinarquia, Autoridade e Poder surgem representados por órgãos distintos.
Aqui reside o segredo de uma sociedade perfeita.
Definição em doze linhas: A Sinarquia é uma fórmula de governo trinitária, onde as três funções essenciais da atividade coletiva das Sociedades, Ensino, Justiça e Economia, são representadas de uma maneira que lhes permite funcionar harmoniosamente. Para isto, existem três Câmaras Sociais e não políticas, eleitas profissionalmente por sufrágio universal. Apenas elas são encarregadas da preparação das leis. A essas três Câmaras correspondem três corpos políticos encarregados de promulgar e de aplicar as leis preparadas com mandato imperativo pelas três Câmaras Sociais. Os corpos políticos só podem promulgar leis preparadas anteriormente por essas Câmaras Sociais e por elas formuladas através de votos.
Eles calam os grandes pensadores seja pela calúnia, seja por uma conspiração do silêncio, que constituem um verdadeiro assassinato intelectual. Se, ainda assim, um importuno chega a espalhar a sua doutrina, os incomodados frequentemente recorreram ao assassinato físico.
As coisas não chegam a este ponto para Saint-Yves, pois os dois primeiros
sistemas foram suficientes para fazer com que o grande público o ignorasse por
sessenta anos. Entretanto, ele foi recebido por diferentes chefes de Estado
estrangeiros e apresentou também sua doutrina ao Governo francês e às câmaras
eletivas. Para tanto ele seguiu a via oficial e buscou o apoio de dois votos
provindos de certo número de sindicatos e de homens eminentes do seu tempo.
Logo em seguida a uma eleição política por sufrágio universal, os eleitores
percebem que o eleito se volta contra eles, passando a ocupar-se de seus
próprios interesses.
Eles desejam igualmente que as despesas públicas sejam tão elevadas quanto possível, pois dispõem assim do favoritismo que lhes permite fazer fortuna, se reelegerem e obterem sinecuras honoríficas regiamente pagas.
É por isto que os orçamentos dos Estados modernos se incham sem cessar e fazem aparecer a soma dos interesses particulares como constituindo o contrário do interesse geral.
Certas assembléias políticas não passam de corridas de apetites ao assalto de um poder e de um orçamento fracamente defendidos por um Presidente do Conselho constantemente ameaçado de ser substituido.
Esse estado de coisas só pode ser corrigido por uma inversão dos princípios, um
“arrependimento” que conduza à instauração das Sinarquias nacionais e
internacionais.
A questão é tão vasta, e o desencadeamento das paixões que se opõem a
uma solução, tão ameaçador, que muitos se desencorajam. Outros se voltam para esperanças de federação internacional. Ora, esta fórmula não tem a sanção da História. Ela representa uma demagogia anárquica, onde as unidades são nações, e a
ausência de princípios integradores a conduz à ruína.
Podemos observar que a Suíça é um protótipo de Sociedade perfeitamente
unida e viável, associando os elementos étnicos de três países de língua
diferente, e dando ao mundo, há vários séculos, o exemplo de uma atividade
internacional de boa qualidade.
Sim, mas Saint-Yves d’Alveydre havia dito que seria necessário começar por unir os interesses econômicos divergentes das nações interessadas. Com o tempo, a paciência, um pouco de sabedoria humana e muita ajuda de Deus, veremos despontar o dia em que os doutores Tanto-Melhor terão triunfado sobre os doutores Tanto-Pior. O sistema sinárquico não visa uma estrutura eclética, o que seria cair na social-democracia.
O que o sistema sinárquico deseja é realizar a síntese daqueles dois sistemas, expurgando-os de suas parcialidades antagônicas. Justamente por realizar essa conciliação, a Sinarquia não é nem liberal nem libertadora, mas profundamente libertária.
O liberalismo assenta-se na ficção: povo, o socialismo, ao contrário, admite como fundamento outra ficção: a sociedade. A Sinarquia conciliando o que há de positivo nessas duas ficções (povo e sociedade) assenta-se na realidade positiva: homens. No liberalismo a economia não está organizada; desenvolve-se fácil e iniquamente. No socialismo, ao contrário, a economia é dirigida pelo Estado.
As
consequências são desastrosas: no liberalismo o produto de todo o trabalho
pertence a um pequeno grupo de homens (poucos têm); no socialismo, ao
contrário, o produto de todo trabalho pertence ao Estado (ninguém tem).
Na
Sinarquia, sendo a economia regulada pelas necessidades, o produto do trabalho
pertence a quem o produz (todos têm).
No liberalismo, o trabalhador trabalha enquanto vive;
No
socialismo, o trabalhador trabalha enquanto pode;
Na
Sinarquia, o trabalhador trabalha enquanto precisa.
É, como se vê claramente, a necessidade determinando, consequentemente, uma série de modificações não só na estrutura do liberalismo como na do socialismo.
No liberalismo, o Banco pertence ao Estado, cobra juros negociando com a moeda como mercadoria. Na Sinarquia o Banco pertence aos trabalhadores, não cobra juros e é o regulador do crédito.
PRIMEIRO
(BASES)
Uma
sociedade pode-se definir como aquele grupo de seres humanos que optam por
coexistir, estabelecendo regras que possibilitem o respeito e aceitação mútua.
O que muda são as formas como estas sociedades se organizaram, no que diz
respeito à sua condução, a liberdade, aos direitos e deveres de cada pessoa que
escolhe ali permanecer.
As razões
que norteiam esta aproximação (esta formação) é a similaridade de karma, e a
tônica de uma sociedade (e de seus governantes) sempre é dada pelo conjunto dos
estados de consciência daqueles que a compõem.
Quando
ocorre uma não sintonia entre a tônica dos governantes e a dos governados,
temos uma anarquia, uma desordem social (mesmo que, aparentemente, esta
sociedade se mantenha).
O termo
sinarquia (synarchia, derivado de sin + arché), surge na Grécia, por volta de
200 a.C., significando magistratura conjunta, passando a ser usado desde então
para designar qualquer forma de governo compartido, aplicando-se desde aos
triunviratos em Roma, no sec. I a.C. até o governo conjunto dos persas Dario e
Xerxes, de grupos de direita e esquerda na França durante a segunda guerra, até
partidos de direita religiosa no México, etc. De uma forma ainda mais
distorcida, o termo sinarquia é hoje aplicado para designar desde governos de
sociedades secretas até iniciativas de conspirações econômico-financeiras
transnacionais.
Não
significa que estas ações não existam, ou que não possam usar o termo
sinarquia, podem. Só não podem é desejarem ser vistas como estruturas
sinárquicas, pois não o são.
Coube a Saint-Yves D´Alveidre (1842-1909) trazer uma proposição de organização social (a qual chamou sinarquica), para uma França e Europa anárquicas à época, proposta esta descrita em suas obras, tomando por base organizações sociais como o Império de Ram ou a Agharta (mas este não é o objeto desta conversa), das quais descreve alguns aspectos. Suas ideias são praticamente desconhecidas até o momento.
Assim, mesmo sendo muito utilizado, permanece a sinarquia como um dos termos mais distorcidos ou desconhecidos até hoje. Continua a humanidade em busca de um mundo e de uma existência sinárquica, não como uma novidade, não como uma utopia, mas como a volta a um estado social, a uma organização já há muito vivenciada.
SEGUNDO
(AMBIENTE)
Um ambiente
harmônico (em uma sociedade ou em um indivíduo) somente existirá se acontecer o
equilíbrio entre o aspecto material e espiritual, permitindo que aquilo ao qual
chamamos evolução, aconteça, em uma ambiência de paz e felicidade.
Como este
equilíbrio poucas vezes foi alcançado nos últimos 10.000 anos (mesmo com as
várias tentativas de restabelecê-lo) o que vemos hoje é um mundo, um ciclo,
desgastado que padece de uma enfermidade chamada materialismo, a qual tem por
seu principal sintoma a ignorância. Resultando em sociedades doentes e, por
decorrência, indivíduos angustiados e inertes.
O nosso
país, o Brasil, que vive uma democracia representativa presidencialista (aliás,
um parlamentarismo oligárquico) não escapando das atribulações de fim de ciclo,
chegando a um ponto em que as instituições encontram-se de tal forma
desacreditadas, onde a ordem social se confunde de tal forma com desordem, onde
a política deixou de visar o bem comum e só trata de interesses individuais,
que só nos resta aplicar o conceito de “colheita perdida”.
E como colheita perdida, faz-se necessário revirar o solo, escolher sementes e começar do zero. Há um termo mediocracia, que designa um governo de homens medíocres. Para mim, designa um governo de títeres, marionetes, de homens vazios, sem mente (amanasas), manipulados por terceiros ou escravos de seus próprios e ignóbeis desejos, o que os torna incapazes de dirigirem com ética as suas próprias vidas (e muito menos ainda, capazes de dirigirem os destinos de um povo).
Em uma mediocracia, o povo atônito escolhe como representantes aqueles que mais se pareçam com o que assistem, perpetuando um estado de caos. Que temos que reconstruir nosso país, é óbvio. Mas também é óbvio que não há uma fórmula mágica, não há como virar uma chave e trocar o governo, dar credibilidade às instituições, refazer o tecido institucional.
É preciso
tomar conta do timão (alias, governante do latin gubernare, do grego Kibernao,
significa timoneiro), é preciso começar de alguma forma, mas começar HOJE!
TERCEIRO
(INSTRUMENTO)
Em 1963, uma
semente foi plantada, e foi criada uma organização não governamental, chamada L.P.D
– Liga Progressista Democrática, para que, um dia, florescesse, como um ponto
de encontro das almas de bem.
Desta
iniciativa, nasceu posteriormente, uma organização política, chamada P.L.D –
Partido Liberal Democrata (em um momento em que estes termos “liberal” e
“democrata”, ainda não haviam sido conspurcados, e significavam liberdade e
democracia, equanimidade, junto com Paz), tendo sido lido na assembleia
legislativa de São Paulo, em 1985, o seu estatuto, fazendo sua aparição no
cenário político do Brasil.
Esta
organização política fica em estado de latência de 1985 até fazer seu registro
em cartório (seguindo todos os ritos da justiça eleitoral para a fundação de um
partido), em 1996.
De 1996 até
hoje, em 2017, também permaneceu em latência, como que aguardando o momento da
efetivação completa do “Destruens” na política, para que houvesse a ambiência,
o desejo, a necessidade, de algo novo, não algo diferente do velho, mas novo na
acepção da palavra.
Assim, surge
o P.L.D – Partido Liberal Democrata: Foi trazido até aqui por lutadores, e de
agora em diante, iniciará uma nova fase, dará início a caminhada de complemento
de legalização junto ao T.S.E, com vistas a permitir que a verdadeira política
seja feita em terras brasileiras.
O P.L.D é
diferente? Sim, é o primeiro partido do MUNDO a ter em seu regimento e
estatuto, claramente definido que trabalha pela implantação da Sinarquia no
Brasil (e esperamos, do Brasil para o mundo).
Um projeto
de mais de 50 anos que agora vai ocupar o espaço que lhe é de direito, na
história do Brasil!
QUARTO
(CONSTRUÇÃO)
No Brasil como
agiremos: em um sistema sinárquico, quem detém a autoridade é o povo, e é o
povo que concede o poder a servidores para o exerçam, por tempo determinado,
para o povo, e em nome do povo. Só que, em um regime sinárquico, acima dos três
poderes, há um colegiado, um poder moderador, composto por cidadãos preparados
para tal, mas de maneira natural.
A Sinarquia
começa pelos municípios. Como exemplo, apensa para começarmos, alguns aspectos
da ação na Linha da Política:
a)
Prioridade absoluta na aplicação dos recursos municipais na saúde e educação. A
realização faz-se através da educação. Toda a política educacional dos
municípios será revista de imediato, desde a remuneração dos educadores até a
construção de ambientes apropriados à educação, para todos, em todos os níveis;
b) Qualquer pessoa que deseje ser candidata (pelo P.L.D) ao cargo de vereador ou prefeito, antes passará por processos de preparação (um Instituto Sinárquico) e depois, por testes que verifiquem sua aptidão para ver se nele, o conhecimento adquirido (em preparação para a política) está equilibrado com a sabedoria e com a fraternidade suficientes para que possa ter o privilégio de se dedicar aos cidadãos, durante um mandato. A diferença, e assim começaremos a mudança, é que se houver um candidato do PLD, as pessoas saberão que ali está um indivíduo preparado;
c) Política
não é negócio de família nem herança: independente de quem seja, para ser
candidato passará pelo mesmo período de formação e testes, sendo recusado
aquele que não se mostrar apto a servir à comunidade. E a aptidão não depende
de formação acadêmica, nem de status social, nem de indicações, nem de família.
É um processo de iniciação na política sinárquica;
d) Político
não é casta, não detém poder algum a não ser aquele que a autoridade do povo
lhe concedeu temporariamente. Nenhum privilégio advirá disto, a não ser a
sensação de dever cumprido, por ter tido a oportunidade de trabalhar para a
comunidade. Não haverá distinção de benefícios, nem planos de aposentadoria,
etc. Será considerado um período normal de trabalho;
e) Política
não é emprego nem negócio: a remuneração dos servidores do legislativo e do
executivo serão equivalentes a dos profissionais de educação;
f) Serão
formados conselhos por classes, por profissão ou por segmento, e dentro destes
conselhos, aqueles que desejarem fazer parte do conselho do município, também
passarão pelo mesmo processo de formação. Estes serão os conselhos terciários;
g) Da mesma
forma, serão formados conselhos de representantes dos distritos ou bairros, e
os que dele participarem receberão instrução e caso desejem, poderá o seu
integrante fazer parte do conselho do município, desde que além de preparados,
tenham sido aprovados para tal. Estes também serão chamados conselhos
terciários.
h) Acima do
executivo e legislativo municipal, existirá um Conselho Secundário, formado por
um representante de cada Conselho Terciário (representantes dos conselhos dos
bairros (distritos) e das atividades profissionais). Os membros dos conselhos
Terciários que desejarem fazer parte do Conselho Secundário receberão formação
específica para tal;
i) As
atividades no conselho Terciário e Secundário não são remuneradas, reunindo-se
quando houver demanda, observará e coordenará para que haja harmonia na
administração.
A maior
força, o maior poder que pode desenvolver um ser humano é decorrente da união
da fraternidade e sabedoria, e se dirigido pela Vontade consciente, é um
elemento transformador por excelência.
Isto é que é
a verdadeira Sinarquia (nem a Sinarquia Grega, nem os governos conjuntos e nem
mesmo a sinarquia de Saint-Yves): mas aquela sinarquia que antes de existir par
todos, deverá ter acontecido dentro de cada um.
Assim, a
sociedade passa a ter uma organização que expresse o equilíbrio, permitindo a Paz,
a Liberdade, a Democracia: P.L.D!
Como o dia
se faz aos poucos, onde a Aurora dá embate à escuridão que de início cede
espaço vagarosamente, e depois desaparece, assim, por enquanto, ainda
continuarão existindo os desonestos, os traidores, os vendilhões, os egoístas.
Mas aos poucos, terão cada vez menos espaço, menos ambiência, pois o ar puro
incomoda as almas devastadas.
(CONVITE)
Os convido a participar de um processo que tem por finalidade tornar material e visível aquilo que (por desconhecimento) hoje é considerado utopia. Os convido a participar de um movimento que deterá este caminhar tortuoso que nos leva a uma distopia.
Os convido a aplicarmos todos nossos esforços para que possamos construir uma nova ordem social, digna de seres humanos. Os convido a participarmos de um processo que permita transformar este grande país em uma Grande Nação.
Se você está
em São Paulo capital (ou no seu entorno) e tiver disposto a utilizar duas horas
de sua vida, o convido foi feito uma reunião do P.L.D, no dia 05/08, das 14h às
16h, na Avenida Lacerda Franco, 1059, bairro Aclimação (na sede da Sociedade
Brasileira de Eubiose, Dept. da Lacerda Franco), para eleição da diretoria.
Deste dia em
diante, começaremos a propagar no Brasil o que é a Sinarquia, e que este
modelo, mude o mundo.
Da mesma
forma, a partir deste dia, iniciaremos todos os trabalhos de captação de
apoiamentos no país inteiro, para formalizar o P.L.D junto ao T.S.E, para que,
nas próximas eleições, já tenhamos seres humanos preparados para serem
candidatos.
Também, se
você decidir, o convido a participar desta iniciativa, vai ser uma honra
podermos usar juntos o emblema e o título de Sinarquistas.
Cito o
Professor Henrique José de Souza: “Reconstruir é o brado que nos compete”.
“Os sinarquistas estão chegando...” fiquem bem e em paz
Adicionar um comentário