Primeiramente, pontua-se que, a palavra "noir" em
francês significa negro e tem origem no latim "niger", que designa
sem qualquer conotação pejorativa a cor de pele preta, o que até então esta em
conformidade com o texto.
Todavia, posteriormente, no sec. XVII aproximadamente, com o
desenvolvimento da economia açucareira e o sistema escravagista, começaram a
surtir designações para a crescente classe de escravos.
Entre essas, constata-se o termo "nègre" , que em
francês significa negro, sendo esse acrescido ao dicionário oficial, em 1732,
com o significado de "escravo a ser vendido no mercado" ou "
escravo de origem africana", de modo que não se trata de uma palavra que
se remete à cor da pele, e sim ao status social inferiorizado.
A partir disso, foram criadas inúmeras expressões com a
terminologia "negro", sempre direcionando à um aspecto negativo.
Dentre tais expressões, segue alguns exemplos: magia negra,
lista negra, peste negra, nuvem negra, mercado negro e etc.
Com isso, foi posto também, anos depois, no próprio
dicionário da língua portuguesa o significado da palavra negro, como um
adjetivo que anuncia adversidades ou infortúnios; que é funesto.
Impende assim ressaltar que, com a abolição da escravidão e
com o início das constantes lutas contra o racismo, a desconstrução social por
traz destas expressões citadas e da palavra "negro" é medida
essencial, visto que se trata da origem e da história que "esconde",
o que acarreta em uma estigmatização infiltrada, e deve ser exposta e
combatida.
Com isso, devemos nos atentar e perceber que da mesma forma
que chamamos um branco, devemos chamar um preto, visto que o termo se refere à
cor da pele e nada mais.
Desta forma, a palavra negro, com toda a carga histórica que
dispõe deve ser evitada, em respeito à dívida existente com todos os pretos e
pretas que sofrem com o racismo incluído na estrutura social, mesmo que de
forma implícita, mas que segreda e mata do mesmo jeito.
Fonte: De l'esclave à la négritude: une histoire du mot
"Noir" e Dictionnaire historique et critique du racisme.)
QUEM É A ELITE DO ATRASO
Como pensa e age essa parcela da população que controla grande
parte da riqueza do Brasil?
Onde está a
verdadeira e monumental corrupção, tanto ilegal quanto "legalizada",
que esfola tanto a classe média quanto as classes populares?
A elite do
atraso da Plutocracia em
grego: πλοῦτος, ploutos, "riqueza" e κράτος, kratos,
"poder" é uma sociedade que é governada ou controlada por pessoas de
grande riqueza ou renda. Esta concentração de poder nas mãos da elite econômica
é acompanhada de profunda desigualdade de renda e baixo grau de mobilidade
social. A palavra plutocracia vem do grego e é a junção de “plouto” – riqueza e
“kratos” – governo. Assim seria o "governo e o Estado dos ricos"(Com os os partidos), tal qual o regime da
democracia é o "somente suposto governo do povo" para legítima com o seu voto os políticos capachos da Elite.
Tornou um clássico contemporâneo da sociologia brasileira, um livro
fundamental de Jessé Souza, o sociólogo que ousou colocar na berlinda as obras
que eram consideradas essenciais para se entender o Brasil.
Por meio de
uma linguagem fluente, irônica e ousada, Jessé apresenta uma nova visão sobre
as causas da desigualdade que marca nosso país e reescreve a história da nossa
sociedade. Mas não a do patrimonialismo, nossa suposta herança de corrupção
trazida pelos ''portugueses'', tese utilizada tanto à esquerda quanto à direita
para explicar o Brasil. Muito menos a do brasileiro cordial, ambíguo e
sentimental.
No âmago da
interpretação de Jessé não está a corrupção política (Cortina de fumaça). Para ele, a questão a
partir da qual se deve explicar a história passada e atual do Brasil – e de
suas classes, portanto – não é outra senão a escravidão.
Sob uma
perspectiva inédita, ele revela fatos cruciais sobre a vida nacional,
demonstrando como funcionam as estruturas ocultas que movem as engrenagens do
poder e de que maneira a elite do dinheiro exerce sua força invisível e
manipula a sociedade – com o respaldo das narrativas da mídia, do judiciário e
de seu combate seletivo à corrupção (As Cortinas de Fumaças).
LINK DO LIVRO
https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4411236/mod_resource/content/0/Jess%C3%A9-Souza-A-Elite-do-Atraso.pdf

RESUMO:
O ser humano de cor preta não são descendentes de escravos
como dizem os livros escolares.
Eles são descendentes de civilizações africanas, reinos
poderosos e povos fortes.
São descendentes de reis e rainhas, príncipes e princesas,
são da linhagem de pessoas que desenvolveram a escrita, a astrologia, as
ciências, daqueles que construíam as pirâmides.
Eles são frutos de um povo que desenvolveu as técnicas
agrícolas e domina medicina alternativa.
Eles são frutos de um povo que conhece os benefícios das
plantas e como tirar delas o poder da vida. Não são distintos, somos todos iguais.
OS POVOS PRETOS NO BRASIL
4 de dezembro de 1890, Ruy Barbosa assinou resolução mandando
destruir todos os documentos depositados em repartições do Ministério da
Fazenda – livros de matrícula, de controle aduaneiro e de recolhimento de
tributos – referentes à escravidão, que tinha sido abolida em 13 de maio de
1888.
O despacho do ministro rezava, no primeiro parágrafo:
- Serão requisitados de todas as tesourarias da Fazenda todos
os papéis, livros e documentos existentes nas repartições do Ministério da
Fazenda, relativos ao elemento servil, matrícula dos escravos, dos ingênuos,
filhos livres de mulher escrava e libertos sexagenários, que deverão ser sem
demora remetidos a esta capital e reunidos em lugar ''apropriado'' na Recebedoria.
Qual a razão dessa medida extrema? Ex-donos de escravos
queriam que o Estado os indenizasse pela perda de suas “peças”. O ministro da
Fazenda queria eliminar, assim, qualquer documento que pudesse ser usado na
sustentação dos aristocratas mendicantes? Ou ele buscou preservar recursos do
Tesouro Nacional?
O Governo Provisório recebera de José Porfírio Rodrigues de
Vasconcelos e filhos uma representação solicitando a fundação de um banco
encarregado de indenizar os ex-proprietários de escravos e seus herdeiros, com
parte de recursos federais. Ruy Barbosa indeferiu o pedido. “Mais justo seria,
e melhor se consultaria o sentimento nacional, se pudesse descobrir meio de
indenizar os ex-escravos, não onerando o Tesouro”, justificou, segundo o Diário
Oficial de 12 de novembro de 1890.
O Congresso Nacional felicitou o Governo Provisório pela
medida, mas teve parlamentares questionando a medida. Frisando que não era
contra “a obra meritória da abolição”, o deputado Francisco Coelho Duarte
Badaró (MG) questionou a queima dos documentos.
Badaró se pronunciou: “A nossa vida é nova, mas precisamos
ter a nossa história escrita com provas verdadeiras. Pelo fato de mandar
queimar grande número de documentos para a história do Brasil, a vergonha nunca
desaparecerá, nunca se poderão apagar da nossa história os vestígios da
escravidão”.
Se o intuito era preservar as burras públicas da onda indenizatória,
a professora Marisa Saenz Leme, livre-docente de História da Universidade
Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, levanta outra hipótese: escravos
poderiam ser indenizados!
Qual a sustentação para a hipótese? Como o ministro da
Justiça Diogo Antônio Feijó assinara, em 7 de novembro de 1831, proibindo o
tráfico escravo e declarado livres todos os escravos vindos de fora do Império,
medida que não foi cumprida pelo menos até 1850, com mais 19 anos de escravidão, nesse período que poderiam ser indenizados, em tese.
A determinação de destruir os documentos foi aplicada meio
ano depois, em 13 de maio de 1891, para comemorar os dois anos de abolição da
escravatura, quando Ruy Barbosa não era mais o ministro da Fazenda, cabendo a
execução ao seu sucessor, Tristão de Alencar Araripe. Uma grande fogueira foi
montada no centro do Rio de Janeiro.
Mas como sói acontecer no país desde tempos imperiais, leis
nem sempre são cumpridas. Assim, nem todos os livros contendo registros
referentes ao período escravocrata no Brasil foram incinerados, para alívio de
historiadores.
A escravidão existe desde o início da história humana, mas só
atingiu uma escala industrial quando colonos europeus (portugueses (cristãos novos), espanhóis, ingleses de piratas e corsarios (É importante
fazer a distinção entre corsário e pirata. Os piratas agiam ilegalmente em
tempo de guerra ou de paz, sem qualquer regra, sem pertencer a reis ou a
qualquer governo. Ao contrário, os corsários agiam de acordo com seu soberano,
exclusivamente em período de conflito) com os países do império britânico), holandeses e franceses) levaram à força 12,5
milhões de africanos para a América do (Norte, Central e do Sul). O resultado desse processo é que, pela
primeira vez, a cor preta da pele se torna sinônimo de sujeito escravizado.
O legado da escravidão, que perdurou por mais de 300 anos e
trouxe ao país cerca de 5 milhões de pretos e pretas, deixou sequelas
profundas. O Brasil precisa de uma segunda abolição, "já que a maioria da
população pobre é preta, sem acesso à educação, saúde e empregos decentes".
Tudo que fomos no passado, o que somos hoje e que nós
gostaríamos de ser no futuro tem a ver com a escravidão.
Primeiro por uma razão
estatística: o Brasil foi o maior território escravista da América, com quase 5
milhões de cativos dos povos africano. Isso dá 40% do total dos povos
africano escravizados que embarcaram para o Novo Mundo, estimado em 12,5
milhões. O Brasil foi construído por povos preto escravizados, em todos os
ciclos econômicos, passando pelo pau-brasil, tabaco, açúcar, ouro, pedras preciosas, diamante, criação de gado e o café. A
escravidão não é um assunto acabado, tema de museu ou livro de história. Ela
está presente na realidade brasileira.
PESQUISA OUTROS LINKS:
O POVO PRETO ERA PATRIMÔNIO, NÃO PODEM SER PROPRIETÁRIOS DE
TERRAS - LEI DAS TERRAS 1850
https://5imperiooencobertoesperado.blogspot.com/2021/06/povo-preto-nao-podem-ser-proprietarios.html?view=flipcard
A PRESENÇA DOS POVOS PRETOS ESCRAVOS DO BRASIL NA GUERRA COM
O PARAGUAI.
https://5imperiooencobertoesperado.blogspot.com/2020/09/a-presenca-dos-povos-pretos-escravos-na.html?view=flipcard
A RELAÇÃO ENTRE OS GOVERNANTES E A ESCRAVIDÃO DURANTE OS 67
ANOS DE GOVERNO DO FALSO IMPÉRIO
https://5imperiooencobertoesperado.blogspot.com/2022/11/a-relacao-entre-os-governantes-e.html?view=flipcard
MASSACRE DOS LANCEIROS PRETOS OS PORONGOS NA REVOLUÇÃO
FARROPILHA DE GRANDES PROPRIETÁRIOS DE TERRAS)
https://5imperiooencobertoesperado.blogspot.com/2021/01/massacre-dos-lanceiros-pretos-os.html?view=flipcard
REI D. SEBASTIÃO PROMULGOU LIBERDADE DOS POVOS DAS FLORESTA
20/03/1570
https://5imperiooencobertoesperado.blogspot.com/2020/11/rei-d-sebastiao-promulgou-liberdade-dos.html?view=flipcard
HERÓIS NEGROS NÃO, SERES HUMANOS PRETOS HERÓIS DA NAÇÃO
BRASIL
https://5imperiooencobertoesperado.blogspot.com/2020/05/herois-negros-nao-seres-humanos-pretos.html?view=flipcard
UMA
CONSTITUIÇÃO SUBLIMINAR PARA MANTER ESCRAVIDÃO DO POVO PRETO SEM TERRA SEM
EDUCAÇÃO
https://5imperiooencobertoesperado.blogspot.com/2022/12/uma-constituicao-subliminar-para-manter.html?view=flipcard
QUEM ERA OS
FINANCIADORES DO TRÁFICO DOS SERES HUMANO DO POVO PRETO DA PELE ESCURA
https://5imperiooencobertoesperado.blogspot.com/2022/10/quem-era-os-financiadores-do-trafico.html?view=flipcard
HERENÇA DE
MARIA GONGA O QUILOMBO EM MAGE NA BAIXADA FLUMINENCE DO ESTADO RIO DE JANEIRO
https://5imperiooencobertoesperado.blogspot.com/2024/02/herenca-de-maria-gonga-o-quilombo-em.html?view=flipcard
ABOLIÇÃO FOI
VOTADA PELA ELITES COMO TROCA DE FAVOR EVITANDO A REFORMA AGRÁRIA
https://5imperiooencobertoesperado.blogspot.com/2022/11/abolicao-foi-votada-pela-elites-como.html?view=flipcard
O PROTESTO CONTRA A REPÚBLICA QUE ACABOU EM MASSACRE DE 17 DE
NOVEMBRO NO ESTADO MARANHÃO
https://5imperiooencobertoesperado.blogspot.com/2021/12/o-protesto-contra-republica-que-acabou.html?view=flipcard
POLÊMICA SOBRE ZUMBI
https://5imperiooencobertoesperado.blogspot.com/2020/05/polemica-sobre-zumbi.html?view=flipcard
O PORQUE DA ESCRAVIDÃO DOS POVOS DAS FLORESTAS E DOS POVOS
PRETOS
https://5imperiooencobertoesperado.blogspot.com/2024/04/o-porque-da-escravidao-dos-povos-das.html?view=flipcard
BARÃO GUARACIABA - RIQUEZA COM TRABALHO ESCRAVO
https://5imperiooencobertoesperado.blogspot.com/2023/07/barao-guaraciaba-riqueza-com-trabalho.html?view=flipcard
PORQUE O BRASIL OS ABANDONOU
Quando você olha a história da abolição no Brasil, há uma
história branca. O Brasil, no final do século XIX, tornou-se um pária no
cenário internacional, como foi a África do Sul na época do Apartheid. A elite
brasileira se deu conta de que a escravidão comprometia a imagem do país
perante o mundo supostamente desenvolvido. Havia uma suposta nobreza aqui, como
se fosse Versailles ou a Corte Espanhola, de um país que se julgava europeu,
monárquico, com uma imagem imperial. Mas a realidade nas ruas era de
escravidão, pobreza e anafalbetismo. A Lei Áurea procura livrar o país dessa
nódoa, mas o Brasil ''nunca fez nenhum esforço para incorporar sua população''? Porque isso significava abrir mão dos privilégios, riquezas, redirecionar os
recursos do Estado para pessoas que não tinham oportunidade?
A CARTA DA PRINCESA ISABEL
Sobre a indenização para ex-escravos, o breve texto apresenta palavras escritas pela Princesa
Isabel, que tem como assunto grandes reformas, voltadas principalmente para
ex-escravos e para as mulheres.
Em carta que poderá ser lida aqui e que hoje se encontram no
acervo do museu imperial em Petrópolis mostra o projeto de indenização para
ex-escravos, para que pudessem trabalhar em sua agricultura e pecuária e um
maior espaço para as mulheres em uma sociedade extremamente patriarcal.
A princesa Isabel é vista ainda por muitos como uma
personagem da história meramente representativa e que assinou a lei áurea
porque seu pai não estava no país no dia em questão, porém a carta revela muito
mais, revela um aproximação fiel ao movimento abolicionista e aos principais
abolicionistas da época, que na carta os chama de amigos. Ela demonstra também
a preocupação com escravocratas e republicanos como um empecilho para que seus
planos se concretizassem.
Pena que isso realmente ocorreu, Isabel entrou para história
com um reflexo diferente do que realmente foi, a princesa que para muitos não libertou apenas por "pressão inglesa" e que deixou os pretos e pretas ao
"relento" jogados a própria sorte. Começamos a mostrar que isso não
foi o que realmente ocorreu.
A história é contata pelos vencedores e infelizmente a
família imperial brasileira perdeu, e escravocratas e ''republicanos'' venceram no
final, deram um golpe, instituíram uma republiqueta dos
plutocratas ilegítima, e os pretos recém
libertos realmente foram jogados a própria sorte, não pela monarquia que
acabaria um ano após, sem chances de fazer algo pelos ex cativos, mas por uma
republiqueta com apoio dos plutocratas os ex donos de escravos.
Sem rumo, os recém libertos fundaram favelas, outros se
marginalizaram, outros voltaram a fazer trabalhos análogos a escravidão, e
hoje, infelizmente ainda são os mais vulneráveis socioeconomicamente.
E se o plano da princesa realmente tivesse ocorrido? E se a
republiqueta nunca tivesse existido neste país? A única coisa que posso afirma é
que milhares de vidas não teriam se perdido nesses anos de Republiqueta (País onde as
instituições ditas ''republicanas'' são frequentemente violadas de forma a favorecer
interesses oligárquicos (nem
sempre é a riqueza que governa: os oligarcas podem ser qualquer grupo
privilegiado), em detrimento dos direitos de todos os cidadãos).
TEXTO DA CARTA
11 de agosto de 1889 - Paço Isabel
Corte midi
Caro Senhor Visconde de Santa Victória
Fui informada por papai que me colocou a par da intenção e do
envio dos fundos de seu Banco em forma de doação como indenização aos
ex-escravos libertos em 13 de Maio do ano passado, e o sigilo que o Senhor
pediu ao presidente do gabinete para não provocar maior reação violenta dos
escravocratas. Deus nos proteja dos escravocratas e os militares saibam deste
nosso negócio, pois seria o fim do atual governo e mesmo do Império e da Casa
de Bragança no Brasil. Nosso amigo Nabuco, além dos Srs. Rebouças, Patrocínio e
Dantas, poderem dar auxílio a partir do dia 20 de Novembro quando as Câmaras se
reunirem para a posse da nova Legislatura. Com o apoio dos novos deputados e os
amigos fiéis de papai no Senado será possível realizar as mudanças que sonho
para o Brasil!
Com os fundos doados pelo Senhor teremos oportunidade de
colocar estes ex-escravos, agora livres, em terras suas próprias trabalhando na
agricultura e na pecuária e delas tirando seus próprios proventos. Fiquei mais
sentida ao saber por papai que esta doação significou mais de 2/3 da venda dos
seus bens, o que demonstra o amor devotado do Senhor pelo Brasil. Deus proteja
o Senhor e todo a sua família para sempre!
Foi comovente a queda do Banco Mauá em 1878 e a forma honrada
e proba, porém infeliz, que o Senhor e seu estimado sócio, o grande Visconde de
Mauá aceitaram a derrocada, segundo papai tecida pelos ingleses de forma
desonesta e corrupta. A queda do Sr. Mauá significou uma grande derrota para o
nosso Brasil!
Mas não fiquemos mais no passado, pois o futuro nos será
promissor, se os republicanos e escravocratas nos permitirem sonhar mais um
pouco. Pois as mudanças que tenho em mente como o senhor já sabe, vão além da
liberação dos cativos. Quero agora me dedicar a libertar as mulheres dos
grilhões do cativeiro doméstico, e isto será possível através do Sufrágio
Feminino! Si a mulher pode reinar também pode votar!
Agradeço vossa ajuda de todo meu coração e que Deus o
abençoe!
Mando minhas saudações a Madame a Viscondessa de Santa
Vitória e toda a família.
Muito de coração
ISABEL
Uma das páginas da carta original que pode ser encontrada no
Museu Imperial de Petrópolis.
Hoje nós somos um dos países mais
segregados do mundo, embora não tenhamos leis de segregação racial como houve
nos EUA até a luta pelos direitos civis. Mas somos um país segregado na
geografia, basta ir ao Rio de Janeiro e ver quem mora nos bairros violentos e
dominados pelo crime organizado e quem vive em Copacabana ou no Leblon, na zona
sul. Também é um país segregado nos números, indicadores sociais. Por qualquer
critério que você queira medir o Brasil, seja renda, emprego, segurança
pública, existe um abismo entre oportunidades para a população branca e preta.
Um homem preto aqui tem oito vezes mais chances de morrer em um homicídio do
que um homem branco. Nós somos um país profundamente preconceituoso. No
passado, desenvolvemos alguns mitos de que seríamos uma grande democracia
racial, de que a convivência era cordial e amigável. Se você entrar numa rede
social agora vai ver as manifestações de racismo explícitas, cruas.
Qual a maior diferença da escravidão ocorrida nas Américas
para a escravidão na história? É como se a escravidão fizesse parte do código genético
humano. Houve no Egito Antigo, na Babilônia, na Grécia Antiga e na África antes
da chegada dos europeus. A própria etimologia da palavra escravo, slave em
inglês, vem de "slavo", do povo branco que era escravizado no leste
da Europa pelo Império Romano. A africana tem duas novidades: a primeira é a
escala industrial, com 12,5 milhões de pessoas embarcadas em cerca de 35 mil
viagens de navios negreiros para trabalhos forçados em atividades no Novo Mundo que
podem ser consideradas pré-industriais. A divisão dos trabalhos, os turnos, a
hierarquia, a maneira de funcionamento de um engenho de açúcar no Nordeste
brasileiro, ou de uma mina de diamante, se assemelhavam muito às futuras
fábricas da revolução industrial na Inglaterra. A segunda característica está
no nascimento do racismo: é a primeira vez na história da humanidade que há a
associação entre a escravidão e a cor preta da pele. Há toda uma ideologia
construída, inclusive de fundo religioso, para dizer que os africanos eram
selvagens, bárbaros, pagãos, praticantes de religiões demoníacas, e que
portanto a melhor coisa que poderia acontecer com o africano era ser
escravizado para se incorporar a suposta civilização europeia que se instalava
nos trópicos. Era muito comum nas discussões do parlamento brasileiro a ideia
de que a escravidão era a redenção dos escravos.
A Igreja Católica fez uma distinção entre nativos e os africanos? Há uma discussão filosófica e teológica sobre a conveniência
ou não de escravizar os nativos. Mas a realidade é que os nativos foram
massacrados pelos Norteamericanos, os ''Portugueses (cristãos novos)'' e espanhóis, quando chegaram à América, tentaram
de todas as formas escravizar os nativos. A primeira carga que cruza o oceano atlântico não foi da África para o Brasil,
mas foi daqui para Portugal, em 1511. Uma nau chamada "Bretoa", de um
senhor chamado Fernando de Noronha (cristão novo), que hoje dá o nome ao nosso
arquipélago no nordeste, levando uma carga de pau-brasil, peles de onça pintada,
papagaios e 35 nativos que seriam leiloados em Portugal. Nos três séculos
seguintes no Brasil matou-se ''um milhão'' de nativos, há uma suposição que a cada 100 anos de diversas
maneiras: expulsão de terras, guerras, extermínio e, principalmente, pelas
doenças, como gripe, sarampo e varíola. A inviabilidade prática da escravidão,
todo esse massacre, coincide com a discussão filosófica dos jesuítas que
afirmavam que eles não deveriam ser escravizados. Mas o fato é que os ''portugueses (cristãos novos)'' e espanhóis não conseguiram realizar seu projeto inicial que era escravizar os nativos.
Se eles tivessem conseguido, talvez não tivéssemos a escravidão africana,
porque tínhamos 5 milhões de nativos aqui, que foi o número aproximado do povo
preto africanos trazidos para o Brasil.
Alguns pensadores do século XVIII e XIX, defensores da
liberdade, eram a favor da escravidão? Sim, David Hume [filósofo e escritor britânico] por exemplo.
Ele era acionista de uma companhia de tráfico de escravos. Thomas Jefferson,
que escreveu a declaração de independência dos EUA dizendo que todo ser humano
nasce com direitos iguais, era dono de um plantel enorme de escravos.
Tiradentes, herói da Inconfidência Mineira, era dono de meia dúzia de escravos
no ano que foi ''morto'', no Rio de Janeiro.
Havia manuais que aconselhavam fazendeiros a não manter
plantéis de mesma origem, cultura, língua ou região geográfica. Isso impedia
que eles se rebelassem. Existia, também, um sistema de premiação e punição. Se
o escravizado fosse rebelde, era chicoteado. Se fosse cooperativo, ganhava
folga semanal, o direito de cultivar uma horta, de ir à missa e de ganhar sua
própria alforria.
O Brasil teve um altíssimo número de alforrias. Um
historiador norte-americano, Donald Ramos, afirma que a alforria foi um dos
sistemas de controle mais eficientes do sistema escravista, porque ele oferecia
ao cativo uma oportunidade de conquistar a liberdade e de escapar da
escravidão. Há um estudo do historiador Manolo Florentino que diz que apenas 5%
dos escravos brasileiros se rebelaram, fugiram e formaram quilombos.
A principal forma de resistência era tentar ocupar os espaços
que a sociedade escravista dava para o escravo se aproximar do universo dos
brancos. Participar das irmandades religiosas, como a Nossa Senhora do Rosário,
São Benedito, Santa Ifigênia, dava um "status social" para o escravo,
com um papel simbólico. Existia um branqueamento cultural: quanto mais rápido
ele se distanciasse da cultura africana, mais "vantajoso" seria.
O crioulo era o escravo de primeira geração nascido no
Brasil. O preto escravizado era boçal era o recém-chegado, também chamado de
"preto novo". O sujeito nascido no Brasil se julgava superior, porque
ele havia migrado para o universo dos brancos. Ele já tinha constituído
família, falava a língua portuguesa, participava das irmandades religiosas e
possuía o código da sociedade portuguesa. O escravo chegado da África,
não. As rebeliões aconteceram justamente nesse universos dos escravos
recém-chegados. Palmares, por exemplo, era formado por pretos Jagas de Angola,
que se rebelaram no final do século 16, e fugiram para a Serra da Barriga, em
Alagoas. A Revolta do Malês, de 1835, foi feita por pretos muçulmanos, na
Bahia, oriundos da Nigéria. As revoltas, fugas e quilombos ocorreram quase
sempre por duas razões principais: crise na sociedade branca, como no caso de
Palmares, ocorrida durante guerra contra os holandeses, ou em decorrência da
homogeneidade étnica e a concentração de africanos que falavam a mesma língua e
possuíam afinidade cultural.
Infelizmente, a história da escravidão é contada por pessoas
brancas. Capitães de navios negreiros, viajantes europeus que visitaram o
Brasil ou a África no período. Existem alguns depoimentos e biografias
relativamente raras. Outra fonte preciosa para ouvir os escravos são inquéritos
policiais quando eles eram acusados de crimes. Tem inquéritos da Inquisição
Católica que relatam escravos presos e levados para Portugal acusadas de feitiçaria
e de contrariar a doutrina da Igreja. O principal quilombo do Brasil, Palmares,
não tem nenhuma fonte a partir dos quilombolas. Tudo que se sabe de Palmares
são de relatórios e de expedições militares enviadas ao local.
A história da escravidão é um assunto sensível, porque há uma
guerra de narrativas. E não é por acaso que abro este capítulo falando do
calendário cívico brasileiro, com o 13 de maio e a Lei Áurea, e o 20 de
novembro, da Consciência Negra, com a morte de Zumbi. É uma guerra em andamento
pela memória da escravidão. O verdadeiro Zumbi não está nos documentos e que há
pouquíssima coisa. O que se sabe é a partir da história branca. O verdade Zumbi
está na cabeça das pessoas, é um herói mítico. Agora, sem dúvida, se trata de
um herói preto brasileiro, que se contrapõe à Princesa Isabel. levantou a hipótese de que Zumbi fosse gay.
Ninguém incorporou esse herói gay, porque vivemos em um país homofóbico,
misógino. Claro que tive muito cuidado para construir esse capítulo, porque ele
mexe com um personagem muito importante para a identidade do povo preto.
OS DIFERENTES OLHARES SOBRE A ESCRAVIDÃO.
Existe o olhar dos
pretos, o olhar dos brancos. O nosso principal desafio no século XXI. Se você imaginar que
a riqueza das nações não está mais nos recursos naturais, mas no capital humano,
o Brasil nunca será um país decente, digno dos nossos sonhos, enquanto a imensa
maioria da população não tiver educação, saúde e empregos decentes. Enfrentar a
desigualdade social no Brasil é sinônimo de uma segunda abolição, porque a
maioria dos pobres são pretos. Por isso digo que não é só uma reparação
histórica, mas um investimento no futuro. Essa é a principal agenda política
daqui para frente, ainda que tenhamos um governo hostil. Isso é um tema
represado do século XIX. Qualquer governo, partido político ou campanha
eleitoral vai se defrontar com esse legado.
RESUMO
Com relação ao Império português, desde os primeiros tratados
comerciais firmados com a Inglaterra, em 1810, o príncipe regente D. João
comprometeu-se em abolir o tráfico de escravos africanos. Em 1815, por ocasião
do Congresso de Viena, as contínuas pressões dos ingleses levaram à instituição
da interrupção do tráfico negreiro ao norte da linha do Equador. Apesar de
todos esses esforços, o tráfico de escravos da África para o desta forma, os
comerciantes portugueses perdiam áreas importantes fornecedoras de mão de obra
escrava, como, por exemplo, a Costa do Marfim. Após consolidada a emancipação
política, o governo inglês aumentaria mais ainda o nível de exigências.
D. João VI ratificou a decisão do Congresso de Viena e, em
novo acordo, concedeu à Marinha britânica o direito de visita e busca, em
alto-mar, nos navios suspeitos de tráfico ilegal, ou seja, em áreas não
portuguesas. No entanto, o tráfico de escravos continuou bastante intenso e
somente foi interrompido em 1850, através da lei Eusébio de Queirós.
Os primeiros povos pretos escravizados da África chegaram ao Brasil com a expedição de Martim Afonso de
Souza em 1530, vindos da Guiné. A partir da década de 1550, o comércio
negreiro intensificou-se, sendo oficializado em 1568 pelo governador-geral
Salvador Correa de Sá.
No Brasil, durante a vigência da escravidão, a expectativa
de vida dessa população era cinco a 10 anos menor do que os pretos e pretas norte-americanos, por exemplo, que viviam, em média, 33 anos.
“Saíram da África 12,5 milhões e meio de seres humanos.
Chegaram 10 milhões e 700 mil. Morreram na travessia 1 milhão e 800 mil
pessoas. Se dividir isso pelo número de dias, dá 14 cadáveres, em média,
lançados ao mar todos os dias ao longo de 350 anos.
Por 358 anos o Brasil teve sua economia ligada ao ao trabalho
escravo: tornaram-se o grande sustentáculo econômico. O comércio ultramarino de
escravos no Brasil estendeu-se por três séculos e encerrou-se somente em 1850,
quando foi decretada a Lei Eusébio de Queirós.
A Lei Eusébio de Queirós foi aprovada em setembro de 1850,
decretando a abolição do tráfico negreiro no Brasil. A lei foi acompanhada de
medidas de repressão a essa atividade, fazendo com que o tráfico negreiro tenha
deixado de existir efetivamente a partir de 1856.
INICIO E FIM DA ESCRAVIDÃO NO BRASIL
1530 - 1888 TOTAL 358 ANOS
O comércio
(Negócios lícitos) de escravos no Brasil - 1530 - 1815 duração 285 anos.
O tráfico (Negócios
ilícitos com transporte ilegal) de escravos no Brasil - 1815 - 1831 duração 16 anos.
O
contrabando (Importar ou
exportar mercadoria proibida ou iludir, no todo ou em parte, o pagamento de
direito ou imposto devido pela entrada, pela saída ou pelo consumo de
mercadoria) de escravos no Brasil - 1831 - 1850 duração 19 anos. Da primeira lei 1831 á ultima lei 1888 são 73 anos para finalizar com escravidão.

O PROBLEMA
Os que estão
sobre dominação ideológica não sabe nada de história.
Cada um
conta a história como lhe convém, essa é a grande verdade e quem não procura
conhecer, os que vive sempre enganado e os poderosos se aproveitam dessa ignorância.
A censura e
a perseguição à oposição tornaram-se práticas comuns, sufocando qualquer forma
de dissidência ou crítica. Por último, varios regimes empregaram a tática de
dividir os cidadãos, fomentando a desunião e o conflito entre diferentes grupos
da sociedade, para consolidar e manter seu poder. Essas estratégias, focadas no
controle absoluto e na manipulação, foram os verdadeiros alicerces sobre os
quais os horrores subsequentes foram construídos.
O povo sem
uma boa educação e liberdade, se torna escravo de ditadores da direita ou da esquerda.
" Vocês
sabem o que é história"? história é a ciência que mostra os erros do
passado para não os repetir no presente.
Os que não estudam
história estão, via de regra, condenados a ignora-la totalmente em benefício de
uma utopia anacrônica, infantil e perversa. Não há como impedir que a história se repita.
A história
tem que ser estudada sempre. Mesmo que quando se repita, infelizmente. Para
conhecer o passado, entender o presente e enfrentar o futuro!
Uns a
"apagam", outros a distorcem outros a esquecem, outros nunca ouviu falar e aqueles que não a
viveciam, jamais saberão a verdade.
E assim, de
tempos em tempos, alguns querem pagar para ver! E, pelo visto, sempre pagam
caro por não inovarem absolutamente nada, acreditando ou não no passado!
O problema
não é quem estuda História. É quem registra, interpreta, distorce e conta...
A
SOLUÇÃO
Ou seja, o
único jeito de não repetir a história errada é criar uma didática com cultura
geral que abranja a ideia de melhoria psicológica, sentimental e física com
base em fazer o bem a todos sem esperar algo em troca.

As Câmaras Municipais representavam o poder dos habitantes
das vilas no período povoamento da história do Brasil. Elas foram criadas pela
Coroa Portuguesa com o intuito de controlar e organizar as cidades e vilas que
se desenvolviam no Brasil.
Sendo peças fundamentais da administração do territorio
utramarino na América Portuguesa, uma vez que a Coroa Portuguesa encontrava
dificuldades para fazer a administração direta dos municípios e das vilas que
estavam se desenvolvendo.
As Câmaras Municipais tinham o poder de decidir sobre as
diversas questões que faziam parte da vida dos cidadãos e as medidas que eram
dirigidas para uma determinada região. Num todo, a Câmara Municipal tinha o
poder de controlar as rendas e os gastos da administração pública do local,
regulamentar as atividades comerciais que eram desenvolvidas pelas cidades,
cuidar da preservação e limpeza de todo o patrimônio público e empreender a
realização de obras públicas.
Quando surgiu a Câmara Municipal?
Tudo começou em 1532, quando São Vicente foi elevada à
condição de vila. Para constar, durante o período de Brasil ''Colônia'', só tinham
Câmaras Municipais as localidades que eram definidas como vila, numa condição
que foi atribuída pelo Reino de Portugal, mediante o ato régio.
Durante todo o período povoamento no territorio ultramarino
do Brasil as mesmas normas que valiam para todo o Império Português, as
chamadas Ordenações do Reino.
Qual era a formação da Câmara Municipal?
As Câmaras eram formadas por três ou quatro vereadores e um
juiz, que conduziam as atividades da casa. Conhecidos como “homens bons”, os
vereadores eram pessoas afortunadas e que exerciam grandes influências. Entre
outras palavras, eram integrantes da nobreza não titulada. Somente esses
integrantes poderiam exercer o papel de vereador. Mulheres, escravos, judeus,
estrangeiros e degredados não podiam se tornar vereadores.
A Câmara Municipal se sustentava com os recursos que eram
obtidos através do aluguel de prédios públicos, o arrendamento de terras e a
cobrança de impostos.
Mudança de rumo
Chega a ''Independência'' do Brasil 1° Golpe de Estado e com
ela, a autonomia que as Câmaras Municipais é drasticamente diminuída, isso
graças à Constituição de 1824 e a Lei de 1 de outubro de 1828.
A duração do cargo de vereador é fixada em quatro anos e
aquele que fosse o vereador mais votado assumia a presidência da Câmara, isso
porque, até então, não exista a figura do prefeito.
Com a ''Proclamação'' da República 2° Golpe de Estado, as
câmaras municipais são dissolvidas e os governos dos estados nomeavam os
membros do “conselho de intendência”. No ano de 1905, criou-se uma figura do
“intendente”, que durou até 1930, quando começou a Era Vargas. Na Revolução de 1935,
foram criadas prefeituras, que foram atribuídas de realizar funções executivas
dos municípios. Dessa forma, as Câmaras Municipais passaram a ter
especificamente o papel de casa legislativa.
Chega o Estado Novo, que durou entre 1937 e 1945, e as Câmaras
Municipais são fechadas e acabam-se os poderes legislativos dos municípios, que
só retornou com a restauração da democracia, em 1945, mantendo-se até hoje.
Somos Monarquistas Sebastianistas na propagação da restauração da Monarquia. O Brasil foi uma
Nação unida, soberana e independente, fundada D. João VI sob a forma de governo
Monarquia com repúblicas locais tendo o regente da coroa ate o retorno da
dinastia de Avis que tem o compromisso com o Senhor de Orique. Que vigorou no
Brasil de 1532 a 1822 em Portugal 1139 a 1902.
"O povo vem assistindo sem conhecer sua verdadeira
historia.
O povo não e covarde
O povo que não sabe de onde veio, não sabe para onde vai.
O Sebastianismo representa a consciência coletiva do renascer do Império Lusitano, presente no coração dos monarquistas verdadeiros, com sentimento de união dos valorosos povos Lusitano.
SIMPATIZA
COM UNIDADE E RESTAURAÇÃO DA MONARQUIA TRADICIONAL (1532-1822).
DO POVO, PELO
POVO, PARA O POVO.
COM A CASA REAL IMPERIAL PONTÍFICE AVÍS TRASTÂMARA – FAMÍLIA
LISBOA. Então colabore conosco precisamos fortalecer o V Império Cristão
Templário!
O POUCO SE TORNARÁ O BASTANTE CAIXA ECONOMICA FEDERAL:
Agência - 0508 Operação: 013 (Por se tratar de uma conta poupança). Conta:
00013533-3 Titular: Antonio Cezar dos Santos Lisboa. São Gabriel-RS, CEP:
97300-000.
A IGNORÂNCIA É UMA ESCOLHA
Ignorância é a falta de
conhecimento, de um mínimo de sabedoria, e também a crença firme em fatos sem
questionamentos. Em maior ou menor nível, todos somos ignorantes, pois não há
como dominar todo o conhecimento. A dúvida é a única porta para sair da
ignorância. Tudo vai depender da quantidade de tempo e das fontes ao alcance do
ignorante. Quanto maior for o distanciamento da certeza, maior o conhecimento,
maior a capacidade para entender os fatos, desde que se procure comparar as
fontes, a história, ouvir opiniões contrárias. A ignorância é trevas, o
conhecimento, a luz.
SINCEROS
AGRADECIMENTOS.
#Ultramarino #5Imperio #Templarios #OrdemdeCristo
#BrasilnãoFoiColonia #AvisRestaurada #FamiliaReal
#BorgonhaLencasterTrastamaraLisboa #principeesperado #principeencoberto